FAQ - Perguntas e respostas

- Automação em portões


Qual o consumo médio de energia de um automatizador de portão?

Em média, cada motor de 1/4HP consome aproximadamente 185W/h. Esse consumo se refere a 1 hora de trabalho contínuo. Na maioria dos casos os portões automáticos levam cerca de 15 segundos em cada movimento, o que resulta em ciclos de 30 segundos. Assim, seriam necessários aproximadamente 120 ciclos de abertura e fechamento para que o consumo atinja os 185W/h. A título exemplificativo, se utilizarmos um motor deslizante de 1/4HP, para cada ciclo de funcionamento o consumo será de 1,54W, e para que ele consuma 1KW/h terá que se realizar cerca de 650 ciclos. Comparando-se com uma lâmpada de 60W, para que tenhamos o mesmo consumo em ambos os equipamentos no período de 1 hora, seriam necessários 39 ciclos do portão. Se fizéssemos a mesma comparação com um chuveiro elétrico, que consome aproximadamente 4.500W/h, um banho de 15 minutos equivale ao consumo de abrir e fechar o portão por quase 730 vezes.

 

É possível automatizar um portão que funciona manualmente? 

Sim. Em geral, quase todos os portões podem ser automatizados utilizando-se o equipamento adequado ao tipo de abertura (deslizante, pivotante ou basculante). Alguns casos podem exigir pequenas modificações na estrutura do portão para a instalação do equipamento.

 

Para fazer um orçamento é necessário vir um técnico no local?

Não necessariamente. Para solicitar um orçamento basta informar ao consultor de vendas algumas características do portão a ser automatizado. Em algumas situações recomendaremos a visita do técnico no local.

 

O portão pode ser acionado por um controle de outra pessoa?

Não. Os novos sistemas de automação possuem uma tecnologia de anti-clonagem, que comporta cerca de 4,3 bilhões de combinações diferentes. A programação é eletrônica, ou seja, cada controle é memorizado individualmente na central. Em alguns casos pode ser recomendável o uso do sistema tradicional (codificação através de "jumper"), que tem um número de combinações menor, por razões de ordem técnica, compatibilidade com equipamentos mais antigos ou conveniência do ambiente (por exemplo, condomínio com centenas de moradores, em que cada um deles utiliza controles individuais).

 

Até qual distância o controle remoto pode acionar o portão?

Tratando-se de áreas urbanas, o controle remoto pode acionar o portão em até 20 metros de distância. Podem ocorrer variações por interferências conforme a localidade, estrutura do imóvel ou presença de equipamentos que utilizem rádio-freqüência nas proximidades. Além disso, para a segurança pessoal do usuário é recomendável acionar o portão somente quando se tiver uma visão completa da área ao redor da entrada/saída de veículos, mesmo que o controle permita o acionamento em distância maior. Essa medida evita com que o usuário seja surpreendido com uma abordagem por estranhos próximos ao seu portão.

 

No caso de perda ou roubo do controle remoto, é possível que este seja bloqueado para que ninguém o utilize?

Sim. Com o novo sistema de codificação eletrônica é possível fazer um "reset" na central, eliminando todos os controles anteriormente programados. Após este procedimento, é feita nova programação individual dos controles remanescentes. No caso dos equipamentos que utilizam a codificação através de "jumper", é necessário alterar o código-chave de todos os controles e da central receptora, manualmente.

 

Para acionar o equipamento é preciso apontar o controle remoto na direção do portão?

Não. O controle remoto utiliza tecnologia de transmissão por rádio-freqüência. Isso quer dizer que tanto faz apontar o controle para o portão como para outras direções, ao contrário dos controles convencionais que utilizam infra-vermelho (por exemplo, aparelhos televisores).

 

É possível abrir o portão manualmente em caso de falta de energia?

Sim. Todos os sistemas de automação possuem um dispositivo para destravamento manual em caso de falta de energia. É necessário, porém, que o usuário tenha acesso ao local onde o equipamento está fixado. Opcionalmente pode ser adquirido um Safe-Gate. Trata-se de um "no-break" específico para automatizadores de portões, que utiliza baterias na falta de energia elétrica (consultar nosso departamento de vendas).


 

- Portões em alumínio


O que é anodização? 

Anodização é um tratamento de superfície, próprio para o alumínio, com a finalidade de embelezamento e proteção contra a corrosão que poderá ser causado por elementos e substâncias existentes na atmosfera. Para ser anodizado o alumínio deve ter liga e têmpera adequados, caso contrário , a aparência final e qualidade da camada poderão ser comprometidos. Resumidamente, o processo de Anodização consiste em:

a) Pré-tratamento - desengraxe, fosqueamento e neutralização.

b) Anodização - nesta etapa, através de eletrólise em meio sulfúrico, ocorre a conversão superficial do alumínio em um filme anódico denominado como anodização. A espessura do filme irá variar de acordo com a temperatura do eletrólito, concentração, corrente elétrica utilizada e tempo de tratamento. Importante salientar que anodização, nada mais é que oxidar o alumínio aceleradamente, daí a importância da liga do material, todos os metais que fazem parte da liga também sofrerão oxidação que é benéfica apenas para o alumínio.

c) Coloração - utilizada apenas quando se deseja agregar uma cor ao alumínio quando então, através de eletrólise, executa-se a deposição de sais metálicos na porosidade da camada obtida durante a anodização.

d) Selagem - é uma etapa final do processo quando se provoca o fechamento da porosidade da camada, tornando-a mais resistente e protegida contra corrosão.

Fonte: http://www.anodilux.com.br/novo/tecnico.htm

 

O que é pintura eletrostática?

A Tinta em Pó usada nesse processo é uma mistura homogênea de cargas minerais, pigmentos e resinas na forma sólida, moída em partículas finas que, através de um equipamento especial - pistola eletrostática - são misturadas com o ar e carregadas eletricamente. Essas partículas carregadas aderem à superfície a ser pintada , superfície esta que deve estar devidamente aterrada , num processo muito semelhante ao pó que adere à tela da televisão ou do computador. As partículas de Tinta em Pó, que permanecem aderidas à peça por carga estática, são em seguida aquecidas e fundidas num revestimento contínuo em um forno ou estufa. Quando a tinta se funde, os componentes químicos desta tinta, no caso as resinas, reagem entre si, formando um filme. O resultado é um acabamento uniforme de alta qualidade, atraente e durável. Tintas em Pó são, atualmente, a tecnologia de acabamento de maior crescimento no mundo.

Hoje em dia centenas de diferentes produtos são revestidos com Tintas em Pó. Indústrias de eletrodomésticos utilizam Tintas em Pó na pintura das superfícies externas e de componentes de geladeiras e freezers, condicionadores de ar, aspiradores de pó, lavadoras de louça e roupa, secadoras, aquecedores de água e no interior de fornos de microondas.

As indústrias automobilísticas, de motocicletas e de autopartes utilizam Tintas em Pó para a pintura de rodas de aço e de liga leve, maçanetas, molas de aço, peças dos sistemas de freios e de suspensão, limpadores de pára-brisas, pequenas peças de acabamento, racks, chassis de caminhões e ônibus, radiadores, filtros de ar e de óleo, várias peças do motor e mesmo faróis. Já existem Tintas em Pó utilizadas como primer automotivo em cabinas de caminhões e como vernizes topcoat (acabamento) na indústria de motocicletas.

Tintas em Pó são utilizadas pelo setor de construção civil na pintura de esquadrias de alumínio para janelas e portas, em grandes fachadas de aço laminado, em maçanetas de portas, luminárias, telhas de aço e estruturas de telhados.
As razões para o crescimento fenomenal das Tintas em Pó no mundo são muitas, destacando-se algumas delas:

Tintas em Pó produzem um acabamento atraente que se caracteriza por uma excelente resistência à corrosão, ao calor, impacto, abrasão intemperismo e extremos de calor ou frio. As possibilidades de coloração e acabamento são virtualmente ilimitadas, podendo apresentar acabamentos de alto, médio ou baixo brilho, efeitos metálicos, perolados, transparentes e mesmo incolores. Acabamentos texturizados, microtexturizados e enrugados nos mais diversos brilhos são utilizados para embelezar peças e esconder pequenas imperfeições - por exemplo, algumas marcas de fundição. Tintas em Pó podem ser formuladas para a aplicação em baixa ou alta camada, de acordo com a finalidade desejada
É menos agressiva ao meio-ambiente - Tintas líqüidas requerem uso de solventes. Esses solventes necessitam de sistemas de exaustão, filtragem e recuperação para reduzir a emissão de compostos orgânicos voláteis (os chamados VOC´s). Tintas em Pó não contém solventes, e portanto emitem quantidades ínfimas desses compostos orgânicos voláteis (quando emitem). O ar da cabine de aplicação pode ser retornado ao ambiente com segurança, tornando o processo de aplicação de Tintas em Pó uma alternativa de acabamento mais limpa e segura.

Fonte: http://www.durac.com.br/pintura_eletrostatica.htm

 

Como deve ser feita a limpeza do alumínio?

Para que um portão ou esquadria em alumínio permaneça com a apresentação e a beleza desejadas, torna-se necessária uma conservação adequada através de limpeza com água, com uma periodicidade de um a seis meses, de acordo com o ambiente. Locais mais próximos ao litoral têm maior tendência de exposição à poeira e ao sal, o que implica numa limpeza mais constante (pelo menos uma vez por mês) do que em outros locais.

O vidro das esquadrias pode ser limpado com água, álcool ou produtos específicos, desde que o produto utilizado (álcool ou outros químicos abrasivos) não entre em contato com as partes de alumínio, para que não as danifique.

 

Av. Luiz Tarquínio, 195 - Jardim do Jockey - Lauro de Freitas/BA - CEP 42700-000 - Tel./Fax: (71) 3288-7171

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